Ter um filho deficiente é um vulcão de emoções. Ora ele entra em erupção, ora está em calmaria.
É preciso entender muito bem a criança e a própria deficiência para conciliar as ansiedades maternas e paternas, como: o menino não anda com autonomia, o menino não consegue articular nenhuma frase ainda, o menino vai pra escola...como será?
O menino precisa aprender o braile e o soroban, o menino precisa ser ensinado a usar o banheiro sozinho.....o menino vai fazer três anos. Muitos perguntam: "mas ele é só cego mesmo?"
É, o menino Rafael é somente cego, com alteração no cromossomo 15 que ninguém entende ou explica os motivos dessa alteração e as consequências dela, aliás dizem que consequência nenhuma, além desse atraso, que pode ser atribuído tão somente à cegueira.
Quando este vulcão entra em erupção é preciso ser FORTE, forte de FORTALEZA mesmo, fácil seria deixar cair muitas larvas devastadoras por aí, fácil seria se deixar cair nas larvas do vulcão.
Nestes momentos o único refúgio é Deus, a única fortaleza, consolo e conforto é Deus. É preciso olhar com os olhos da fé, estar com os olhos nas palavras de Deus e nas promessas que nos faz, como essa: "E guiarei os cegos por um caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar por veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei." (Isaías, 42 -16).
Não é promessa de dar vistas ao menino Rafael, mas promessa que ele será um homem independente.
Elaine ficou ótimo agora eu consigo visualizar bem obrigada ajudou bem um beijo em todos no meu querido Rafa
ResponderExcluirBom dia! Sou Graciella Teixeira minha filha Ana Julia tem 3 anos 10 meses, nasceu cega, até hoje não descobri o motivo da sua deficiência, ela anda mas tem algumas dificuldades e medos! Gostaria de saber mais sobre o assunto, moro em Goiania-Goiás, gostaria de saber onde posso fazer a analise cromossômica dela?
ResponderExcluirOlá Graciella!
ResponderExcluirA pesquisa genética (ou cromossômica), fizemos na Unicamp, no departamento de estudos genéticos. Mas como já coloquei em alguns textos não foi nada conclusivo.
São muitos aspectos que permeiam a deficiência visual, dificuldades, medos....não sei o que você quer saber exatamente. Se quiser pode me procurar no face, dedico à ele minhas postagens do facebook.
Se eu puder te ajudar o farei com prazer, mas acredito que podemos trocar muitas experiências.
Até