Desde que Rafa nasceu, tenho estudado muito sobre cegueira congênita, hoje li um texto de divulgação científica, extremamente interessante. Mostra outro lado sobre a cegueira e o mundo dos videntes. Segue um pequeno trecho do texto:
"As pessoas cegas, frequentemente, são tidas como especiais, como portadoras de características profundamente diferenciadas das outras pessoas, tanto na literatura como na mídia em geral. Esse preconceito impede que se perceba o cego como um ser humano."
Para quem quiser ler o texto na íntegra segue o link:
Laine, conheci seu blog agora através da Nat, e é em meio a lágrimas que aqui escrevo. O Rafa é guerreiro, sim, pq vc é guerreira! Graças a Deus por cada palavra sua postada aqui. Vc me encheu de coragem, força e fé.
ResponderExcluirNão sei pq, mas sempre tive medo de ter um filho especial e talvez seja por isso q deixo a maternidade, sempre, pra planos futuros....vc, o Rafa e sua família São exemplos e a prova da ação e força que vem de Deus.
O Rafa será um grande homem, pq vc é uma grande mulher!!!! Obrigada por compartilhar essas questões que puderam contribuir tanto e tocar n o fundo da minha alma!
Abraços a vcs e parabéns por essa família linda!
Oi Jú, fico feliz que tenha apreciado o blog, a intenção é unicamente divulgar informações. A maternidade é uma pintura repleta de cores, cores que variam do brilho mais inrenso ao cinza mais apagado. O brilho compensa os momentos do cinza.
ExcluirElaine, a Nat acaba de enviar o endereço do blog do Rafa-guerreiro.
ResponderExcluirBem hoje, que eu e a minha filha Marina conversávamos sobre um amigo dela que perdeu a visão num acidente, quis até morrer. Agora é totalmente independente, faz de tudo o que quer. Pega ônibus, e vem de Floripa para Campinas, faz e acontece. Imagina o Rafa, que vai aprender tudo com a mãe ao lado! Hoje ele é pai e cuida da menina de um ano e meio, desde que ela era bebê. Hoje ela já o ajuda quando em lugares desconhecidos. É isso, Rafael é cego, mas sendo criança, vai aprender a fazer tudo o que quiser. No devido tempo, que pode ser depois, ou antes, como a pequena que "antes" já ampara o pai. Sem ninguém ensinar, pelo amor que os une, "sabe" quando o pai precisa dela. O "antes" ou "depois" em relação ao estipulado não importa. Para o Rafa e para a pequena (que não sei o nome) o depois ou o antes é único. Tempo único não tem comparação. Obrigada, por partilhar suas experiências com Rafael e as dele com esse mundo de olhos. Um abraço forte.
Liana
Olá Liana, grata por compartilhar essa experiência, adoro saber desses casos. São exemplos de superação.
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